NAS RUAS ARMADILHAS QUE PODEM SER FATAIS.
O dia internacional das pessoas com deficiência é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Procura também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, econômica e cultural.
O Brasil ainda precisa evoluir nessa questão: apenas 0,73% dos trabalhadores formais no País fazem parte desse grupo.
De acordo com o levantamento da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), de 2013, o número de pessoas com deficiência (PCD) no mercado formal de trabalho chegou a 0,73% dos vínculos empregatícios, ante percentual de 0,70% registrado em 2012. A alta representa um acréscimo de 27,5 mil empregos. Com esse resultado, soma-se 357,8 mil vínculos declaradas como PCD.
Entre as muitas dificuldades dos deficientes está a locomoção.Seja para quem se move de muletas, pernas mecânicas e principalmente os cadeirantes.
Em uma rápida volta no centro de Ubá.MG é possível encontrar verdadeiros obstáculos não apenas para deficientes, mas idosos e até mesmo pessoas que estejam no vigor da saúde.Calçadas com enormes buracos,desnível e muitas outras armadilhas.É possível encontrar literalmente barreiras.Calçadas com até 30 cm de altura para a rua.
As faixas de pedestres, muitas delas não tem a guia rebaixada ou outra têm apenas de um lado.
Em uma faixa de pedestre, o usuário ao atravessar e se não tomar cuidado pode cair dentro de uma "boca de lobo".Postes e árvores também são obstáculos que atrapalham e até coloca em risco a vida do usuário que por ali passa.
Vale lembrar que a manutenção das calçadas é de responsabilidade do proprietário do imóvel.Porém é importante a prefeitura manter uma fiscalização e orientar.
Fica aqui nosso pedido de atenção para a Secretaria de Obras para que possa ser feito as adequações nas faixas e as orientações necessárias aos donos dos imóveis.
Fonte.
http://www.into.saude.gov.br/